
Os abadás que são vendidos para os foliões de Salvador provocaram o surgimento de uma nova profissão: o “customizador”. São pessoas especializadas em ajudar o folião a fazer os ajustes necessários no traje e nos sapatos antes do desfile.
“A gente reforma tudo. Diminuímos o comprimento e a largura, cortamos as mangas para fazer blusas de alças. A maioria das meninas também pede modelo tomara-que-caia, que dá um pouquinho mais de trabalho. Nos homens, eu faço muitos turbantes para quem desfila no [bloco] Filhos de Gandhy”, diz Rosineide Vilasboas, que há oito anos divide seu tempo entre customizar abadás e vender acessórios para fantasias em uma barraca no Pelourinho, em Salvador.










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